Com o fim da janela internacional, como ficam as principais equipes do Brasil?

Com o fim da janela internacional confira abaixo como ficariam as escalações das 12 principais equipes do Brasil em um universo sem imperfeições. As escalações podem ser alteradas com contratações de última hora.

Atlético: Renan; Patric, Réver, Leonardo Silva, Guilherme Santos; Richarlyson (Serginho), Soutto, Daniel Carvalho, Caio (Dudu Cearense) ; Guilherme, André

Inter: Muriel; Nei, Bolívar, Índio, Kléber; Bollati, Guiñazu, Oscar (Zé Roberto), D’Alessandro; Leandro Damião, Jô

Grêmio: Victor; Gabriel, Rodolfo, Mário Fernandes, Lúcio; Gilberto Silva, Fábio Rochemback, Douglas, Marquinhos (Adilson); Miralles, André Lima

Botafogo: Jefferson, Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira, Cortês; Marcelo Mattos, Renato, Maicossuel, Elkeson; Herrera, Loco Abreu

Vasco: Fernando Prass; Fágner, Dedé, Anderson Martins, Julinho; Eduardo Costa, Felipe, Juninho Pernambucano, Diego Souza (Bernardo); Éder Luís, Alecsandro

Fluminense: Diego Cavalieri; Mariano, Gum, Leandro Euzébio, Carlinhos; Edinho, Diguinho, Souza, Martinuccio; Fred, Rafael Sóbis

Flamengo: Felipe; Léo Moura, Alex Silva, Ronaldo Angelim, Júnior César; Willians, Airton, Renato, Thiago Neves; Ronaldinho, Deivid

São Paulo: Ceni; Piriz, Xandão, Rhodolfo, Juan; Jean (Wellington), Casemiro, Denílson, Lucas; Dagoberto, Luís Fabiano

Palmeiras: Marcos; Cicinho, Thiago Heleno, Henrique, Gabriel Silva; Chico, Márcio Araújo, Marcos Assunção, Valdívia; Kléber, Maikon Leite

Corinthians: Júlio César; Alessandro, Chicão, Castán, Fábio Santos (Ramon); Ralf, Paulinho, Danilo, Alex (Jorge Henrique); Willian (Emerson), Liédson (Adriano)

Santos: Rafael; Danilo, Edu Dracena, Durval, Léo; Arouca, Ibson (Henrique), Elano, Ganso; Neymar, Borges

Cruzeiro: Fábio; Vítor, Gil, Victorino, Diego Renan; Paraná, Fabrício, Roger, Montillo; Thiago Ribeiro, Wallyson

Prévia: Atlético x São Paulo

Podem me chamar de louco, mas o Atlético faz sua primeira final no Brasileiro já nesta quarta, pela 3ª rodada do campeonato. Sim, é isso mesmo. Pois, se o time do Dorival almeja as primeiras colocações, é de suma importância ganhar o máximo de pontos possíveis como mandante, sobretudo em se tratando de um adversário de respeito como o São Paulo, que certamente brigará pela ponta durante toda a competição; o que faz desta partida um confronto direto cujos pontos farão diferença no final. Sendo assim, esta partida é, definitivamente, o primeiro teste de fogo para o Galo.

 O técnico alvinegro deve manter a base que venceu as primeiras partidas, contra Atlético/PR e Avaí. Particularmente, me agrada a formação com três volantes, uma vez que estes são jogadores que conseguem além de marcar, fazer a transição da defesa para o ataque com velocidade. Richarlyson vem se mostrando consistente atuando como 1º volante, Fellipe Soutto erra poucos passes; além de contar com qualidade nos lançamentos e Toró deverá por muitas vezes ser o 4º homem do meio campo, funcionando como elemento surpresa; e isto será fundamental porque o São Paulo provavelmente virá à Arena com quatro volantes e jogará por uma bola em contra-ataque para vencer a partida. Porém, o time de Dorival precisará reduzir drasticamente o número de passes errados, que foi uma constante nas duas primeiras partidas; um erro na saída de bola pode ser fatal frente a jogadores rápidos como Lucas e Dagoberto. Sendo assim, a paciência da Massa será fundamental para manter a equipe psicologicamente tranqüila. Giovanni mais uma vez estará encarregado de abastecer o ataque, podendo eventualmente inverter de posição com Mancini no ataque. A única ressalva que faço na escalação do Dorival é a permanência do Leandro na lateral-esquerda em detrimento do Guilherme Santos. Embora Leandro tenha sido regular (e somente isso) nas duas primeiras partidas, o lateral ex-Almería vinha bem taticamente graças ao seu poder de marcação, que eu julgo crucial para um lateral atualmente.

                                                                                                                                                    Créditos: @AndersonMandela

Pelo lado do São Paulo, Carpegiani irá congestionar o meio-campo, assim como fez contra o Fluminense, com quatro volantes. A flecha a ser lançada no ataque tricolor será o solitário Dagoberto (que atravessa sua melhor fase no time do Morumbi), e contará com Lucas, que encostará para ser o segundo atacante. O segredo para que isso não aconteça é evitar que o ponta de lança se posicione entre os volantes alvinegros e os zagueiros, onde ele se sente à vontade para fazer suas jogadas individuais.

FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-MG X SÃO PAULO

Local: Estádio Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG)
Data: 08 de junho de 2011 (quarta-feira)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (Fifa-DF)
Assistentes: César Augusto de Oliveira Vaz e Carlos Emanuel Manzolillo (ambos do DF)

ATLÉTICO-MG: Renan Ribeiro; Patric, Réver, Leonardo Silva e Leandro; Richarlyson, Fillipe Soutto, Toró e Giovanni Augusto; Magno Alves e Mancini. Técnico: Dorival Júnior

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Jean, Luiz Eduardo, Xandão e Juan; Wellington, Casemiro, Rodrigo Souto e Carlinhos Paraíba; Lucas (Marlos) e Dagoberto. Técnico: Paulo César Carpegiani

O técnico pediu e o presidente atendeu. Agora é com você, Dorival!

Quando finalmente o Campeonato Brasileiro de 2010 se encerrou para o Atlético, o clamor da Massa era geral para que o elenco deste ano fosse montado antes do início da pré-temporada, uma vez que em diversas ocasiões assistimos ao mesmo filme: os mandatários alvinegros com discursos prontos de política pés no chão, apostando em refugos de outras equipes e em maio, pouco antes do início do Brasileiro, havia a constatação de que as apostas foram erradas e que novas contratações chegariam para a disputa nacional. Ora, é muito mais complicado arrumar um avião em pleno vôo; isto prejudica não só o entrosamento do time, como também coloca em xeque o técnico da equipe, que tem pouco tempo para demonstrar resultado e quase sempre acaba demitido, sucumbindo à pressão. O pedido da torcida foi endossado pelo técnico Dorival Júnior, de que o perfil da equipe deveria ser mudado e que queria contar com 95% do elenco de 2011 já em janeiro.

Pois bem, se nosso presidente não foi perfeito nas contratações, fica a certeza de que o esforço foi máximo tanto da parte de Alexandre Kalil, quanto do competentíssimo diretor de futebol Eduardo Maluf, que particularmente considero como o melhor reforço da atual gestão, embora nunca tenha entrado em campo. Vale ressaltar que depois da sua chegada, as informações que raramente vazavam, passaram a ser blindadas quase que a perfeição. Já tínhamos um aparato administrativo satisfatório nas mãos do Kalil, Adriana Branco e Rodolfo Gropen, e a chegada de um diretor com tempo dedicado integralmente ao futebol só veio a agregar valor à administração Kalil. Prova disto é que a instituição Atlético foi elogiada pela Traffic em sua festa de final de ano por ser, ao lado do São Paulo, os únicos clubes a cumprir rigorosamente seus compromissos em dia.

Para a montagem do elenco para este ano, nosso presidente apostou e trouxe jogadores com o perfil que o técnico gosta: versáteis e rápidos. Prova disto foi a chegada de Toró, Richarlyson, Jóbson, Mancini e Magno Alves, que apesar da idade poderá contribuir como um jogador de grupo com sua experiência, bem como Ricardinho, que permanecerá. A zaga foi reforçada com um jogador de qualidade que foi disputado por diversas equipes do futebol nacional: Leonardo Silva. A expectativa é que ao lado de Réver, os gols sofridos diminuam consideravelmente. Outros jogadores contribuirão na composição de elenco, como Wesley, Patric, Giovanni.

Um dos segredos que proporcionaram a contratação de tantos reforços e de maneira ágil foi a não antecipação de receitas, o que era recorrente nas gestões passadas. Isto permite ao clube trabalhar com um orçamento maior e investir mais para vencer concorrências por jogadores, como o caso do Richarlyson e Leonardo Silva. E mais, graças a credibilidade da atual administração, foi possível parcelar a compra dos direitos econômicos de alguns atletlas. Por exemplo, o Galo pagará R$ 1,5 milhão de reais por 50% dos direitos do Richarlyson em 10 parcelas; Um milhão de euros serão pagos ao Benfica por 50% do Patric em 4 anos, ou seja, 250 mil euros por ano. Outro segredo foi o sigilo nas contratações, uma vez que anunciar o interesse em determinado jogador permite ao seu agente inflacionar a negociação e promover o tão odiado leilão. Por fim, o Galo trouxe jogadores que estavam livres no mercado, o que diminui os gastos na hora de contratar.

Acredito que até o início do Brasileiro mais dois ou três jogadores ainda chegarão para qualificar ainda mais nosso elenco, mas podemos afirmar que nosso comandante já tem diversas opções para armar a equipe ao seu gosto e também opções para escalar de acordo com o adversário. O presidente fez sua parte, agora é com você, Dorival!

Definição do elenco Alvinegro para 2011

Com a temporada 2010 praticamente finalizada e com apenas um modesto objetivo cumprido, é hora de acelerar o planejamento para o próximo ano. E tal planejamento, que ficará a cargo de Alexandre Kalil, Eduardo Maluf e Dorival Júnior passa pelas dispensas e contratações. Uma coisa precisar ser prioridade para o Atlético no próximo ano: formar um elenco, ou pelo menos ter 90% dele pronto já em janeiro.

Por diversas vezes vivenciamos situações onde foi muito mais difícil consertar o avião em plano vôo. Ou seja, não adianta tentar trazer alguns jogadores em janeiro e outros em agosto na esperança de que se jogue onze jogadores dentro do campo e achar que eles jogariam como um time em um passe de mágicas. Pasme que essa era a idéia de Luxemburgo e que grande parte da torcida acreditou. Após a derrota por 2×1 para o Internacional, ainda pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro disse no Twitter que o objetivo do Galo seria permanecer na Série A para que em 2011 o time ganhasse entrosamento e força, uma vez que diversos jogadores chegaram no decorrer do ano e não havia tempo hábil para treinamentos. Muitos me xingaram na época, mas no futebol não existe mágica. É preciso treinamento e entrosamento para um grande time se formar.

O atual elenco Alvinegro possui diversos jogadores de qualidade, mas em outras posições é carente. Desta forma, irei expor a minha opinião sobre as dispensas que deveriam ser feitas e em que posições o Atlético deveria tentar se reforçar.

DISPENSAS

Aranha, Fábio Costa, Diego Macedo, Rafael Cruz, Fernandinho, Fabiano, Joédson, Jackson, Jheimy

EMPRÉSTIMO / VENDA (se nenhuma das duas possibilidades acontecer, devem permanecer no elenco)

Werley, Cáceres, Jairo Campos, Jataí, Alê, Mendez, Ricardo Bueno

JUNIORES (devem ser observados pelo Dorival. A partir disso definido se eles compõem o elenco ou se devem ser emprestados para ganhar experiência. De preferência a uma equipe de médio porte, como Marcos Rocha foi emprestado ao América.)

Sidimar, Diney, Bernard, Diego, Marion, Wescley

 

Diante disto, acredito que o Atlético precisaria da contratação de 1 Goleiro (reserva para Renan Ribeiro); 2 Laterais (um direito e um esquerdo tops de linha); 1 Zagueiro (top de linha para atuar ao lado do Réver); 2 Volantes (top de linha); 1 Atacante (veloz, para atuar ao lado do Tardelli). Desta forma, o elenco do Galo para 2011 ficaria da seguinte forma:

 

GOLEIROS

Renan Ribeiro

Paulo Victor

CONTRATAÇÃO

 

LATERAIS

Marcos Rocha

Leandro

CONTRATAÇÃO

CONTRATAÇÃO

 

ZAGUEIROS

Réver

Werley

Lima

Cáceres

Campos

CONTRATAÇÃO

 

VOLANTES

Zé Luís

Serginho

Alê

Mendez

Felipe Soutto

CONTRATAÇÃO

CONTRATAÇÃO

 

MEIAS

Ricardinho

Diego Souza

Renan Oliveira

Wendel

Nikão

 

ATACANTES

Tardelli

Obina

Berola

Daniel Carvalho

CONTRATAÇÃO

 

Concorda? Discorda? Opine!

Força, Galo!

Que comece a operação 2011 no Galo!

O ano de 2009 terminou de forma melancólica, mas as esperanças logo foram renovadas graças à contratação de Vanderlei Luxemburgo, que trazia consigo um projeto grandioso. Entretanto, o papel aceita tudo, ou seja, na teoria dito projeto era magnífico, o que não se mostrou na prática. Felizmente, para a Massa, havia um Neymar no caminho, que ao ser o estopim da demissão de Dorival Júnior no Santos, criou a oportunidade para que Alexandre Kalil efetuasse a troca de treinadores. Este treinador pegou um elenco rachado, desmotivado, cheio de jogadores no departamento médico, praticamente entregue e fazendo as vezes de treinador e psicólogo conseguiu reverter um quadro tenebroso e quase irreversível.

A trajetória de Luxemburgo no Galo contou com diversos erros, que de maneira nenhuma podem ser repetidos em 2011. Primeiro, uma comissão técnica deveras exagerada, que não só onerou a folha de pagamento alvinegra, como também gerou mal-estar entre os profissionais que já trabalhavam no Atlético. Segundo, por várias temporadas a diretoria Atleticana vem assistindo seus rivais se reforçarem e montarem seus elencos já em janeiro, enquanto o Galo demora a se reforçar em posições carentes no seu elenco. Assim, é preciso que diretoria e comissão técnica trabalhem já no início do ano, de forma que tenhamos um elenco já estruturado em janeiro e não tentar consertar o avião em pleno vôo. Terceiro, não se deve dar superpoderes a nenhum treinador, quem quer que ele seja. Quarto, não se deve permitir que entre no elenco jogadores protegidos dos técnicos, uma vez que estes não sairão do time, mesmo em má fase técnica. Meritocracia já! Quinto, diretoria e comissão técnica precisa ter pulso firme em relação a baladas de jogadores, o que ocorreu em excesso este ano. Sexto, mas não menos importante, devem ser contratados reforços pontuais, para as posições carentes do elenco e estes jogadores devem ser de primeira linha, que cheguem e joguem. Para completar o elenco é preferível usar as categorias de base a trazer jogadores que não estão mais interessados em serem jogadores profissionais.

O aproveitamento espetacular de Dorival Júnior deixa um alento que 2011 possa ser melhor do que o ano de 2010. Mas a torcida quer mais que um alento. Quer que o melhor CT do Brasil, o melhor diretor de futebol, o treinador mais vitorioso deste ano se traduzam em resultados positivos. Graças o trabalho duro e sério de Dorival Júnior, uma tragédia foi evitada e 2010 já ficou para trás. Agora é momento de alívio para a torcida, e tão apenas isto, pois 2011 já vem virando a esquina.

Força, Galo!

Pós-jogo: Atlético x Democrata

Créditos pela imagem: @munaier e @fred_kong

Amém! Vanderlei Luxemburgo deu uma descarga elétrica no time e o Galo voltou a jogar bem, pelo ou menos foi assim que o time atuou no primeiro tempo, onde abriu 2×0 facilmente contra o Democrata. E tranquilamente poderia ter virado 4×0, não fosse o excesso de preciosismo de Tardelli e Muriqui, que perderam gols cara-a-cara com o goleiro, coisa que não pode acontecer de jeito algum. Ontem não fez falta, mas em outra partida a nossa sorte pode não ser tão grande.

No segundo tempo novamente o time tirou o pé do acelerador, se acomodou e viu o Democrata diminuir o placar. Cada vez mais vai ficando provado que o Galo é um time com vocação ofensiva e quando tenta administrar o resultado acaba se complicando. Deveríamos logo ter ido para cima do time de Valadares e consolidar uma goleada que fatalmente colocaria fim as pretensões da Pantera no jogo de volta.

No próximo domingo, finalmente voltando ao Mineirão, o Galo jogará pelo empate para avançar às finais do Campeonato Mineiro, mas antes temos um compromisso importantíssimo frente ao Sport, pelo primeiro jogo das oitavas-de-final da Copa do Brasil. No mínimo temos que vencer por dois gols de diferença em nossa casa e o mais importante é não sofrer gols de maneira alguma.

ATUAÇÕES

Aranha: As mesmas falhas de sempre, como jogar adiantado e ser afobado. Entretanto, fez uma partida regular.

Carlos Alberto: Foi bem na marcação, mas falta qualidade para apoiar.

Werley: Quando se preocupa apenas em dar chutões dificilmente se compromete nas partidas. Fez um jogo seguro.

Campos: O melhor zagueiro do elenco, mais uma vez demonstrou isso com roubadas de bola e antecipações.

Leandro: Fez um bom primeiro tempo, mas caiu no segundo junto de todo o time. Ainda precisa aprimorar a marcação e a chegada à linha de fundo.

Zé Luís: O único volante de real pegada no meio-campo Alvinegro. E cumpriu bem sua função.

Fabiano: Não repetiu o brilho das atuações anteriores, mas também não comprometeu. Recebeu o terceiro amarelo e esta suspenso para a partida da volta.

Ricardinho: Surpresa entre os titulares, ajudou o time a envolver com relativa facilidade o time da Pantera, mas no segundo tempo cansou. Talvez esteja faltando ritmo.

Renan Oliveira: Fez um bom primeiro tempo, com um lindo gol típico de futsal. E ainda contribuiu com a marcação. O garoto tem talento, basta mostrar isto com vontade e determinação.

Muriqui: Deu trabalho para a zaga da Pantera quando jogou em velocidade, mas precisa aprimorar a finalização. O gol que ele perdeu não se perde nem em pelada.

Tardelli: Voltou a jogar bem, finalizando e dando assistências. Foi premiado com um gol.

Corrêa: Voltou ao time após mais de um mês fora pro contusão. Deu mais consistência para o meio-campo. Deve ser o substituto de Fabiano no jogo da volta.

Júnior: Entrou no lugar de Ricardinho e cadenciou mais a partida com seu toque de bola.

Marques: Entrou no final e deu azar em sofrer um corte logo no início. Mesmo assim deu um passe de bicicleta sensacional que já valeria o ingresso.

Créditos pela imagem: Superesportes

Prévia: Atlético x Democrata

Créditos pela imagem: @munaier e @fred_kong

ATLÉTICO x DEMOCRATA

Sábado; 10/04/10; 18h30; Ipatingão; Campeonato Mineiro; 1º jogo das semi-finais.

Atlético: Aranha; Carlos Alberto, Werley, Campos e Leandro; Zé Luís, Fabiano, Júnior, Renan Oliveira; Diego Tardelli, Muriqui. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Democrata: Bruno; Alex Santos, Lúcio, Matheus e Magal; Dudu Araxá, Saulo, Sandro Manoel e Wanderson; Ely Thadeu e Eraldo. Técnico: Moacir Júnior

Créditos pela prancheta: Mandela

O Atlético inicia hoje sua caminhada rumo as finais do Campeonato Mineiro. Às 18h30 o time de Vanderlei Luxemburgo entra em campo novamente no Ipatingão para enfrentar o Democrata. Desta feita a vantagem dos dois empates não esta com o Galo, assim espero que o time jogue para a frente a fim de reverter isto. Um fato curioso. Somente o Campeonato Mineiro permite que o Galo seja mandante em Ipatinga e visitante no Mineirão, como acontecerá no próximo domingo, no segundo jogo das semi-finais.

Novamente o time sofre com desfalques causados por contusões musculares. As baixas da vez são Coelho, que para por no mínimo três semanas e Cáceres, que ficará fora dos gramados por no mínimo duas semanas. Esse é um preço a se pagar por um time que possui uma alta média de idade. Na lateral-direita entra Carlos Alberto, que apesar de fazer o mais difícil que é chegar a linha de fundo, não consegue cruzar. Entretanto, consegue marcar melhor do que o Coelho. Na zaga, Werley forma a dupla com Campos. Embora Werley não seja um primo de zagueiro, quando se preocupa somente em dar chutões costuma não comprometer.

O meio-campo novamente atuará com dois volantes e dois meias. E novamente o time ficará vulnerável na marcação, somente com Zé Luís que ficará sobrecarregado na função. E isto vai refletir na defesa, pois Fabiano, Júnior e Renan Oliveira pouco auxiliam no combate. O ataque novamente será formado por Tardelli e Muriqui, que estão proibidos de receber cartão amarelo, uma vez que nossas opções para o setor estão extremamente escassas.

Se nas quartas-de-final o regulamento dizia que o Galo poderia empatar duas vezes, agora o mesmo regulamento forçara o time a jogar para frente, que é o que a torcida deseja. Vencer e reverter a vantagem da Pantera é nossa obrigação.

Avante, Galo!

Leia e sinta o prazer de Ser Atleticano – Roberto Drummond

Feliz daquele que teve um dia na vida a oportunidade de torcer nas arquibancadas do Mineirão para o Clube Atlético Mineiro!!! Feliz daquele que teve um dia na vida a oportunidade de ouvir a narração de um gol do Galo na rádio Itatiaia pelo Willy Gonser ****até mesmo pelo Alberto Rodrigues**** Feliz daquele que desde criança sabe que sempre após um barulho de fogos de artifício, sempre se ouvirá algum apaixonado a gritar GALO!!! Feliz daquele que sabe que um dos grandes poetas e escritores mineiros, Roberto Drumond, traduz sua paixão pelo futebol e porque não pela vida em sentimentos que milhões se orgulham de carregar no peito, o coração alvinegro das Alterosas!!! Feliz daquele que tem amigos que mandam essas mensagens sobre o Galo para quem está longe e há mais de 1 ano não sabe o que é pisar no Mineirão, cantar o hino, pular feito louco, saborear um tropeiro e beber uma cerveja semi-gelada, só para ver o Galo jogar!!! Isso é que é torcer por um time! Se houver uma camisa preta e branca pendurada no varal durante uma tempestade, o atleticano torce contra o vento. Ah, o que é ser atleticano? É uma doença? Doidivanas paixão? Uma religião pagã? Benção dos Céus? É a sorte grande? O primeiro e único mandamento do atleticano é ser fiel e amar o Galo sobre todas as coisas. Daí, que a bandeira atleticana cheira a tudo neste mundo. Cheira ao suor da mulher amada. Cheira a lágrimas. Cheira a grito de gol. Cheira a dor. Cheira a festa e à alegria. Cheira até mesmo a perfume francês. Só não cheira a naftalina, pois nunca conhece o fundo do baú, tremula ao vento. A gente muda de tudo na vida. Muda de cidade. Muda de roupa. Muda de partido político. Muda de religião. Muda de costumes. Até de amor a gente muda. A gente só não muda de time, quando ele é uma tatuagem com as iniciais CAM, do Clube Atlético Mineiro , gravada no coração. É um amor cego e têm a cegueira da paixão. Já vi atleticano agir diante do clube amado com o desespero e a fúria dos apaixonados. Já vi atleticano rasgar a carteira de sócio do clube e jurar: – Nunca mais torço pelo Galo. Já vi atleticano falar assim, mas, logo em seguida, eu o vi catar os pedaços da carteira rasgada e colar, como os amantes fazem com o retrato da amada. Que mistério tem o Atlético que, às vezes, parece que ele é gente? Que a gente o associa às pessoas da família ****pai, mãe, irmão, tio, prima****? Que mistério tem o Atlético que a gente o confunde com uma religião? Que a gente sente vontade de rezar ****Ave Atlético, cheio de graça?**** Que a gente o invoca como só invoca um santo de fé? Que mistério tem o Atlético que, à simples presença de sua camisa preta e branca, um milagre se opera? Que tudo se alegra à passagem de sua bandeira? Que tudo se transfigura num mar preto e branco? Ser Atleticano é um querer bem. É uma ideologia. Não me perguntem se eu sou de esquerda ou de direita. Acima de tudo, sou atleticano, e nesse amor, pertenço ao maior de partido político que existe: O Partido do Clube Atlético Mineiro, o PCAM, onde cabem homens, mulheres, jovens, crianças. Diante do Atlético todos são iguais: o bancário pode tanto quanto o banqueiro, o operário vale tanto quanto o industrial. Toda manhã, quando acordo, eu rezo: obrigado, Senhor, por ter me dado a sorte de torcer pelo Atlético. Saudações atleticanas!

Não digam que eu sou branco. Que eu sou negro. Que eu sou amarelo. Que eu sou vermelho. Branca e preta é a minha pele e o Atlético é o sonho meu. Se eu procurar o amor e disserem que o amor morreu. Se tentar cantar e souber que a canção acabou. Se for trabalhar e falarem que eu não tenho mais trabalho. Se eu procurar meu pai e informarem que meu pai morreu. Se procurar pela mãe e falarem: sua mãe morreu. Se chamar pela moça amada e for em vão minha procura. Se sentir sede e não houver mais água. Se tudo for assim, mesmo sem uma canção, ainda assim cantarei e gritarei: Galo. O Atlético é como o pai da gente. É água na hora da sede. É o ombro amigo onde você pode desabafar suas mágoas. Se me mandarem para uma ilha deserta, ainda assim eu não estarei só, porque o Atlético vai comigo. Se eu for pra China. Se for pra Conchinchina, Coréia ou Japão. Em lugar algum, cercado de estrangeiros, eu me sentirei só porque o Atlético vai comigo. O Atlético me ensinou a amar o mundo. Viva o Campeão do Gelo. Viva o Atlético de todos os times. Viva o time de Kafunga, Murilo e Ramos (depois Osvaldo), viva o grande Mexicano, um viva pra Zé do Monte, e Silva (que morreu tuberculoso), viva Carango, depois Afonso Bandejão. Com Lucas, que fazia gols ao apagar das luzes, escrevo esta crônica. Prossigo com Lauro, que ainda vive, com o meu herói e amigo Carlaile e seus gols de bicicleta, com Lero (depois Alvinho) e Nívio, que era de Santa Luzia, eu sigo em frente. Não sou do PT, nem do PSDB, nem do PPS ou PC do B. Do PFL eu não sou. Eu amanheço Lula e anoiteço Serra. Fico indeciso em quem votar. Só o Atlético é minha verdade. Amo a moça loura. Amo a morena. A moça negra eu amo. Mas a moça alvinegra é que mora no meu coração. Já mudei de tudo neste mundo. Mudei de cidade. Mudei de partido político. Mudei de religião e ao catolicismo voltei. Já fui ateu e acreditava em Deus. Coisa de mineiro. Mudei de casa. Mudei de amor (e a uma mulher morena voltei). Eu só não mudei de time: faça sol ou faça chuva, anoiteça ou amanheça, na alegria e na dor, eu só não mudei de time. O Atlético é meu café da manhã. É o cigarro que não fumo. É o sono que eu não durmo. É minha insônia e minha canção. É meu primeiro e meu último amor. Eu sou como o atleticano. Se houver uma camisa branca e preta pendurada no varal durante uma tempestade, o atleticano torce contra o vento.

Pós-jogo: Atlético x América

Créditos pela imagem: @munaier e @fred_kong

A duras penas o Galo conseguiu sua classificação contra o América, ao empatar um jogo que parecia ganho por 2×2. O Atlético foi beneficiado por um expulsão do América ainda no primeiro tempo, mas mesmo assim atuou mal o jogo inteiro, não conseguindo aproveitar a vantagem numérica, traduzindo-a em gols. Além disto, praticamente todos tiveram uma atuação pífia, muito abaixo do que podem e o principal, do que a torcida espera. Se o time de Luxemburgo não acordar para o campeonato e mais, para o ano, chegáramos em novembro com nosso presidente lamentando mais um ano jogado no lixo.

A partida de ontem evidenciou novamente a fragilidade da defesa Atleticana. Colocar três zagueiros foi um erro. Definitivamente este esquema nunca funcionou na história do Galo e não vai ser agora que funcionará. O que precisávamos era de mais proteção no meio-campo. Se Corrêa não tinha condição de atuar, que Jonílson fosse utilizado ao lado de Zé Luís, que sozinho na contenção teve que se desdobrar na partida inteira, conseguindo fazer um gol. E detalhe para o seu gol: pasmem, saiu de uma cobrança de escanteio, talvez por isto a chuva ameaçou a cair ontem em Belo Horizonte. Aranha novamente se mostrou inseguro em alguns lances, mas ontem parecia estar mais atento, fazendo importantes defesas. Porém, seus companheiros de defesa foram muito mal. Cáceres e Coelho saírem machucados, o que na verdade reforçou o time. Leandro não marca ninguém e Júnior não suporta mais atuar em alto nível, infelizmente o tempo é cruel. O único regular foi Campos, mas sozinho não se garante uma defesa inteira.

O meio-campo foi muito mal, errando muitos passes, não conseguindo armar, não ligando os contra-ataques. Quando alguns pedem reforços para o setor são taxados de diversas coisas, mas a situação esta exposta, só não enxerga que não quer. E até no ataque fomos mal. Erramos gols fáceis, ainda ouso dizer que por preciosismo dos nossos atacantes. Tardelli perdeu um gol de baixo das traves e no lance seguinte o Coelho empatou a partida, de maneira justa, diga-se de passagem. Houvesse mais cinco minutos de partida, talvez a casa do Galo caísse definitivamente. A se destacar também a atuação ridícula do juiz, para ambas as equipes. Fica a dúvida são mal intencionados ou mal preparados mesmo.

Eu não sei o que vocês, torcedor, espera desse time para o ano inteiro, mas com o que temos eu não espero nada. O que vier para mim é lucro. Em três partidas contra o América não conseguimos vencer nenhuma, mesmo com um jogados a mais nesta última partida. E mais, não vencemos o Coelho desde 2007. Para o Mineiro não podemos mais nos reforçar, mas ainda tem tempo para abrir os olhos para o Brasileiro e Sul-Americana.

Créditos pela imagem: Superesportes

ATUAÇÕES

Aranha: Foi inseguro em alguns lances, mas esteve mais atento, fazendo defesas importantes que garantiram a classificação.

Cáceres: Nem sombra daquele que um dia já vestiu a camisa Alvinegra.

Werley: O mesmo de sempre. Esforçado, mas limitado. Ainda tirou o Aranha do lance do primeiro gol do América.

Campos: O único que se salva na defesa do Galo. É um jogador regular em todas as partidas.

Coelho: Mal enquanto esteve em campo. Sua contusão reforçou o time.

Zé Luís: Fez o que pode na marcação e ainda fez um gol.

Fabiano: Não repetiu as partidas anteriores, jogou mal.

Renan Oliveira: Foi muito mal. Não conseguiu marcar, nem atacar. E muito menos armar. Errou passes fáceis, inclusive de contra-ataque. O tempo urge, garoto.

Júnior: Apagado tanto na lateral, quanto no meio. Conseguiu ao menos uma assistência para o gol de Zé Luís.

Muriqui: Foi muito abaixo do que pode jogar, mas foi o melhor do ataque.

Tardelli: Errou gols fáceis, passes e finalizações.

Leandro: Péssimo na marcação e também não atacou. Lateral-esquerda é um defeito crônico deste time.

Carlos Alberto: Se não é um primor de jogar, ao menos consegue marcar melhor do que o Coelho. Mas quem não consegue?

Ricardinho: O mesmo de sempre. Pega a bola e toca pro lado.

Vanderlei Luxemburo: Errou no esquema de jogo, depois os Deuses do Futebol consertaram com as contusões.

Prévia: Atlético x América

Créditos pela imagem: @munaier e @fred_kong

ATLÉTICO x AMÉRICA

Quarta-feira; 07/04/10; 19h30; Ipatingão; Campeonato Mineirol

Atlético: Aranha; Coelho, Cáceres, Campos e Leandro; Zé Luís, Fabiano, Corrêa (Jonílson; Júnior) e Renan Oliveira; Diego Tardelli, Muriqui. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

América: Flávio; Preto, Gabriel Santos e Fabrício; Danilo, Dudu, Leandro Ferreira, Irênio e Rodrigo; Laécio e Fábio Júnior. Técnico: Mauro Fernandes

Créditos pela prancheta: Mandela

O primeiro semi-finalista do Campeonato Mineiro 2010 será conhecido hoje, em Ipatinga. Atlético e América voltarão a se encontrar em um jogo que promete ser novamente emocionante. Na primeira partida o resultado foi de 3×3, onde ambas as equipes criaram chances para saírem vencedoras do embate. No jogo da volta, o Galo joga por qualquer vitória ou qualquer empate para se classificar.

Para esta partida o técnico Vanderlei Luxemburgo conta com a volta do zagueiro Campos, fortalecendo a defesa. Também a volta do volante Zé Luís, que fez muita falta na última partida, uma vez que o meio-campo deixou a defesa extremamente exposta. E por isto, talvez o esquema seja mudado. Sairia o meia Júnior para a volta do volante Corrêa, após um mês se recuperando de contusão. Entretanto, não se sabe ao certo quanto tempo ele agüentaria em um partida, por isto talvez Jonílson seria mantido no meio-campo ao lado de Zé Luís, com Fabiano completando a trinca de volantes. Renan Oliveira ficaria com menos obrigação de marcar, logo com mais liberdade para armar. Para mim esta seria a formação que daria maior equilíbrio ao meio-campo Alvinegro, apesar de gostar do esquema com dois volantes e dois meias, porém os meias do Galo só querem jogar com a bola no pé, o que prejudica a marcação.  Além disto, com dois volantes os laterais seriam mais protegidos, pois na última partida dois dos três gols do América saíram nas costas do Leandro. Em um jogo em que o Galo possui a vantagem, nada melhor do que ter um ataque rápido para tentar encaixar um contra-ataque que seja mortal. E neste quesito, Tardelli e Muriqui correspondem à altura.

Avante, Galo!

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