Archive for March, 2010

Quarta de UEFA Champions League!

Quartas-de-Final (Round 1)

INTERNAZIONALE x CSKA

Palpite: Internazionale

Após desclassificar de maneira heroica o Chesela em Stamford Bridge, o time de José Mourinho precisavencer bem em casa se almeja chegar as semi-finais da Champions. Ademais, o time precisa dar uma resposta aos críticos italianos frente a queda no Calccio, permitindo a aproximação da Roma e do Milan.

Créditos pela imagem: Globoesporte

ARSENAL x BARCELONA

Palpite:Barcelona

O confronto mais esperado desta fase da Champions, os dois times de melhor toque de bola e vocação ofensiva da Europa se enfrentam em um embate que promete entrar para a história. Dois velhos conhecidos das Canteras do Barça serão adversários: Fàbregas, pelo Arsenal e Messi, pelo Barcelona. Se quiser permanecer vivo, os Gunners necessitam da vitória, se possível sem tomar gols em seus domínios. Será um jogo onde as duas equipes devem buscar o resultado os noventa minutos.

Créditos pela imagem: Globoesporte

A doce vingança Bávara!

Terminou há pouco a primeira partida válida pelas quartas-de-final da UEFA Champions League entre Bayern de Munique e Manchester United. Pena que não valeu um troféu, caso contrário o time bávaro estaria vingado da final da competição continental de 1999, ao conseguir virar a partida nos minutos finais e vencer por 2×1; feito conseguido pelo time de Sir Alex Ferguson naquele ano no Camp Nou.

O Manchester abriu o marcador logo no início da partida com Wayne Rooney, completando para o gol após uma falha do zagueiro Demichelis. Após o gol o Bayern demorou um pouco a se reorganizar e a entrar na partida novamente, equilibrando-a. Mas no primeiro tempo o placar de 1×0 a favor do time inglês foi justo.

No segundo tempo o Bayern voltou pressionando o Manchester de todas as maneiras possíveis, concentrando suas principais jogadas nos pés de Frank Ribery, que assumiu o papel de principal jogador da equipe alemã na falta do holandês Arjen Robben. Entretanto, do outro lado estava uma verdadeira muralha que evitou das mais variadas formas o gol de empate da equipe de Luis Van Gaal. Seu nome: Edwin van der Sar. O Holandês Voador provou mais uma vez que idade não é problema para um goleiro. Exibindo grande forma física e reflexos apurados, o arqueiro parou todos os atacantes bávaros: Mário Gomez, Thomas Muller, Hamit Altintop.

Van der Sar só não conseguiu evitar o gol de falta de Ribery, que desviou em Wayne Rooney e morreu no seu lado direito, no fundo das redes. E os Deuses do futebol guardaram para o fim a vingança bávara. Aos 47 minutos do segundo tempo a casa caiu de vez para os Red Devils. Em uma falha de Evra, Olic escapou pela ponta direita, driblou o zagueiro e bateu no canto esquerdo de Van der Saar; inapelável para o Flyin Dutchman.

Assim, o Bayern vai a Old Trafford na próxima semana podendo empatar para se classificar às semi-finais, ou mesmo perdendo por um gol de diferença, desde que faça no mínimo dois. E o prejuízo do Manchester se acumula pela contusão de Rooney ao final da partida. Já é dúvida para o jogo da volta.

Créditos pela imagem: Globoesporte

Este é o futebol. Uma ciência nada exata;

Terça de Uefa Champions League!

Quartas-de-final – Round 1

LYON x BORDEAUX

Palpite: Lyon

Após uma classificação heroica em Madrid diante do Real, o Lyon tenta abrir vantagem na disputa contra seu rival nacional Bordeaux. Uma vitória em casa é essencial, sobretudo se não levar gols.


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Quartas-de-final – Round 1

BAYERN MUNCHEN x MANCHESTER UNITED

Palpite: Empate

O Bayern vai tentar se vingar da final da Champions de 1999, onde vencia o Manchester por 1×0 até 45 minutos do segundo tempo, onde em dois minutos sofreu dois gols e a consequente perda do título. Mas, se Robben não puder atuar, as chances do time de Murique serão diminutas frente ao competitivo time de Sir Alex Ferguson.

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Qual o melhor esquema de jogo para o time de Luxemburgo?

Com a total recuperação de Diego Tardelli, o Atlético ganha mais uma importante opção para o ataque, que já contava com Muriqui e Obina que vinham jogando bem. Mas agora fica a dúvida sobre qual esquema Luxemburgo irá adotar para a seqüência da temporada: 4-4-2 ou 4-3-3?

No início da temporada, antes da chegada de Obina, o esquema era o 4-4-2, com Tardelli e Muriqui formando a dupla de ataque. Com a chegada do centroavante, Luxemburgo tentou emplacar o esquema 4-3-3, com Muriqui e Tardelli se alternando na composição do meio-campo, enquanto Obina servia de referência no comando de ataque.

Porém, na minha avaliação, as melhores partidas do Galo durante o ano foram no esquema 4-4-2, principalmente quando o meio-campo foi formado por dois volantes e dois meias, conseguindo municiar bem o ataque. Quando o 4-3-3 foi adotado, tanto o futebol de Tardelli, quanto o do Muriqui foi sacrificado para que Obina tivesse seu lugar na equipe, e por vezes um meia de origem foi preterido e ficou no banco para que o esquema fosse adotado, mas neste esquema os atacantes ficaram confusos quanto as funções que deveriam exercer em campo. Como Obina se encaixou perfeitamente no esquema de jogo e Tardelli é o atual Artilheiro do Brasil, me parece que Muriqui deveria ser o escolhido para ficar no banco, sendo uma ótima opção para o segundo tempo, graças a sua grande velocidade.

Obina parece concordar comigo. Em reportagem da UOL, ele afirmou que o Galo rende melhor no esquema 4-4-2. Você pode conferi-la aqui: Obina afirma que Atlético-MG rende melhor com dois atacantes

E você, qual esquema prefere? Vote!

A Massa. Uma homenagem à Armando Nogueira…

Acredita-se que o texto não seja de autoria de Armando Nogueira, mas foi graças a sua publicação que ficou conhecido no Brasil inteiro. Sem sua ajuda, muitos não conheceriam tamanha obra de arte. Uma justa homenagem ao mestre da comunicação que sempre exaltou a Massa em cenário nacional.

Torcidas, as haverá mais numerosas (Flamengo) ou mais conhecidas por sua grandeza (Corinthians), mas nenhum séquito futebolístico brasileiro se compara ao do Clube Atlético Mineiro em mística apaixonada, em anedótario heróico, em poesia acumulada ao longo dos anos. “A Massa”, como é simplesmente conhecida em Minas Gerais, compartilha com a torcida corinthiana (“A Fiel”) a honra de deixar-se conhecer com um substantivo ou adjetivo comum transformado em nome próprio, inconfundível.

A Fiel, A Massa: poucas outras torcidas terão realizado tal operação de mutação de um nome comum em nome próprio. Muito distintas são, no entanto, as torcidas dos alvi-negros paulistano e belo-horizontino: quem já vestiu a camisa do time do Parque de São Jorge sabe que a Fiel é fiel em sua paixão, não em seu apoio. Na derrota, a Fiel é implacável; não desaparece, como a torcida do Cruzeiro. Está sempre lá. Mas é capaz de crucificar com um pequeno manifestar-se de sua raiva. Na vitória, cobra cada vez mais, e reinstala aí sua insatisfação, cuja raiz quiçá esteja no mal-resolvido trauma dos 23 anos sem título, e do grande pesadelo de duas décadas chamado Pelé. A Fiel é fiel, e sempre o foi, mas sua fidelidade se nutre de um descompasso entre a alma do torcedor e a alma do time. No caso do atleticano, a alma do time não é senão a alma da torcida.

Toda a mística da camisa, das vitórias sobre times tecnicamente superiores (e também das derrotas trágicas e traumáticas), emana da épica, das legendárias histórias que nutre sua apaixonada torcida: nem o Urubu, nem o Porco, nem o Peixe, nem a Raposa, nem o Leão, nem nenhum animal mascote se confunde com o nome do time, com sua identidade, com sua alma mesma, como o Galo com o Atlético Mineiro.

E Galo é o nome da torcida (GA-LO), bíssilabo cantável e entoável como grito de guerra que ela eternizou ao encarnar em si o espírito do animal. Nenhum outro time é conhecido por tantas vitórias improváveis só conquistadas porque a massa empurrou. “Quem possui uma torcida como esta, é praticamente impossível de ser derrotado em casa” (Telê Santana).

Pelos idos de 69 ou 70, o timaço do Cruzeiro já tetra ou pentacampeão entrava em campo mais uma vez e parecia que de novo ia humilhar o Atlético, que já amargava o quinto aniversário do Mineirão sem nenhum título estadual. A superioridade técnica de Tostão, Dirceu Lopes, Natal, Raul, Piazza e cia eram simplesmente incontestável. Mesmo naquele clássico durante vacas tão magras, a massa atleticana era, como sempre foi, maioria no Mineirão. Impotente, ela viu Dirceu Lopes abrir o placar e o time do Cruzeiro massacrar o Galo durante 45 minutos. No intervalo, a massa que cantava o hino do Atlético foi inflamada por um recado de Dadá Maravilha pelo rádio: “Carro não anda sem combustível”. A fanática multidão encheu-se de brios, fez barulho como nunca, entoou o grito de guerra como nunca, encurralou sonoramente a torcida cruzeirense, e o time do Atlético – infinitamente inferior, liderado pelo artilheiro Dario e pelo seu grande goleiro (como é da tradição atleticana) Mazurkiewcz – virou o placar para 2 x 1 sobre o escrete azul, e abriu caminho para a reconquista da hegemonia em Minas, selada com o título estadual de 70 e o Brasileiro de 71. Nenhum dos jogadores atleticanos presentes nessa vitória jamais se esqueceu da energia que emanava das arquibancadas, e que literalmente ganhou o jogo.

Também as derrotas tradicionalmente contribuiram para a mística e paixão atleticana: como em 1998, quando o visitante Corinthians trouxe ao Mineirão sua máquina que se preparava para ser bicampeã brasileira e campeã mundial. O Galo se recuperava no Campeonato Brasileiro, vinha de uma vitória sobre o Grêmio no Olímpico, e a Massa mais uma vez lotou o estádio. Com seu toque de bola, o Corinthians envolveu o time atleticano, e no meio do segundo tempo já aplicava impiedosos 5 x 0, enquanto tocava a bola, colocava os atleticanos na roda e esperava o fim do jogo. Vendo seu time humilhado por um adversário superior dentro de seu próprio terreiro, a massa se levantou, e cantou durante mais de 10 minutos o belo hino, mais alto e com mais amor que nunca. Nenhum jogador presente se esqueceu, e um ano depois o Galo devolveria ao Corinthians os 5 x 1 do Mineirão, com sonoros 4×0 no Maracanã.

Como no silêncio sepulcral que envolveu o Mineirão em março de 1977, quando a grande equipe atleticana de Cerezzo, Reinaldo, Paulo Isidoro, João Leite e Marcelo perdeu nos pênaltis o título que todos já consideravam seu, incluindo-se, às vezes parece, os próprios adversários são-paulinos. O time do Atlético – mesmo jogando sem Reinaldo, injustamente suspenso – foi empurrado pela torcida, mostrou-se muito superior ao do São Paulo, como havia feito durante todo o campeonato em que acumulou 17 vitórias, 4 empates e nenhuma derrota, encurralou o adversário durante 120 minutos, mas o gol não saiu. O título é perdido nos pênaltis, mesmo depois de duas grandes defesas de João Leite em cobranças são-paulinas. Angelo, um dos craques do jovem time atleticano, deixa a partida pisoteado por Chicão, e nunca mais seria o mesmo. O Galo, base da seleção brasileira de Osvaldo Brandão, sai de campo vice-campeão invicto, com os 11 jogadores abraçados, 10 pontos à frente do campeão, e a Massa recebe aí sua grande tarefa dos próximos anos: realizar o luto pelo enorme trauma.

Começou a tarefa no domingo seguinte às 10 da manhã, levando legiões de bandeiras para uma amarga partida contra o Bahia no Mineirão. Nenhuma outra derrota de um favorito no Brasileirão se revestiria de tanta mística apaixonada. A partir daí essa Massa acumularia 10 títulos mineiros em 12 anos, e uma sequência de campanhas sensacionais no Brasileirão (o Atlético Mineiro é o time que mais pontos conquistou nos Campeonatos Brasileiros), interrompidas na final ou semifinal, em jogos fatídicos (Flamengo-80, Santos-83, Coritiba-85, Guarani-86, Flamengo-87, Corinthians-88).

A magia atleticana se encarnaria no seu torcedor mais famoso, Sempre, cujo nome real não se conhece, tal é força do apelido. Durante décadas, Sempre ocupou as arquibancadas do Independência e do Mineirão, com sua bandeira e seus ditos legendários. Nunca deixou de comparecer e nunca vaiou o time, embora chorasse nas derrotas. Foi dos primeiros a entoar o hino composto por Vicente Motta em 1969, e depois aprendido por milhões em todo o Brasil. Abria e fechava o clube diariamente, e participou de epopéias memoráveis da massa atleticana, como quando a multidão carregou no colo o artilheiro Ubaldo, pentacampeão mineiro de 1956, de sunga, ao longo dos 5,5 kilômetros que separam o estádio Independência da Praça Sete, ou como quando 20.000 atleticanos invadiram o Maracanã e empurraram o time à conquista do Primeiro Campeonato Brasileiro, em 1971, sobre o Botafogo de Jairzinho.

O Furacão de 70 sentiu seu peso de novo cinco anos mais tarde, na decisão do Mineiro de 76 – quando a Massa, mesmo tendo comemorado só 1 dos últimos 11 campeonatos mineiros, tomou conta do Mineirão para empurrar uma turma de meninos de 18-21 anos (de nomes Reinaldo, Cerezzo, Paulo Isidoro, Danival, Marcelo) a vitórias contundentes sobre o campeão da Libertadores. Estava aberto o caminho para o hexacampeonato de 78-83.

“Se houver uma camisa alvi-negra pendurada no varal num dia de tempestade, o atleticano torce contra o vento”.O achado do cronista Roberto Drummond resume a mitologia do Galo: contra fenômenos naturais, contra todas as possibilidades, contra forças maiores, a torcida atleticana passa por radical metamorfose e se supera. Superou-se tantas vezes que já não duvida de nada, e cada superação reforça ainda mais a mística, como uma bola de neve da paixão futebolística. Nenhum atleticano hesitaria em apostar na capacidade da Massa de transformar o impossível em possível a qualquer momento, de fazer parar aquela tempestade que açoita o pavilhão alvi-negro deixado solitário no varal. Não surpreende, então, o sucesso que tiveram os jogadores uruguaios que atuaram no Atlético Mineiro, do grande Mazurkiewcz ao maior lateral-esquerdo da história do clube, Cincunegui. Se há uma mística de garra e amor à camisa que se compara à atleticana, é a da celeste, não mineira, mas uruguaia. Só à seleção uruguaia a pura paixão por um nome e um símbolo levou a tantas vitórias inacreditáveis, improváveis, espíritas, ou puramente heróicas.

Em 1966, as duas camisas legendárias se encontraram, e o Galo derrotou o Uruguai duas vezes (26/04/66 – Atlético 3 x 2 Uruguai, 18/05/66 – Atlético 1 x 0 Uruguai). Ao contrário das torcidas conhecidas por sua origem étnica (Palmeiras, Cruzeiro, Vasco), por sua origem social (Flamengo, Fluminense, Grêmio, São Paulo), ou por seu crescimento a partir de uma grande fase do time(Santos, Cruzeiro), qualquer menção da torcida do Atlético Mineiro evoca, invariavelmente, a substância mesma que constitui o torcer. O amor ao time na vitória e na derrota, o apoio incondicional, a garra, a crença de que sempre é possível virar um resultado, o hino entoado unissonamente: a legião fanática que ama o Galo acima de tudo sabe que ser atleticano é unir-se num estado de espírito, compartilhar uma memória, e fazer da esperança uma permanente iminência. A massa atleticana é a prova maior de que, mesmo em época de profissionalização total do futebol, e do negócio futebol, para o povo brasileiro este é acima de tudo paixão por uma cor, um nome, um símbolo, a memória de um instante que pode ser um gol, um campeonato, um abraço ou um beijo. Galo é o nome que mais radical e verdadeiramente expressa, para tantos milhões de brasileiros, o inexplicável dessa paixão. O Galo é o único clube a ter vencido a Seleção Brasileira. E não foi qualquer uma. Ela entrou em campo com Felix, Carlos Alberto, Djalma Dias, Joel e Rildo (Everaldo); Piazza e Gérson (Rivelino); Jairzinho, Tostão (Zé Maria), Pelé e Edu (Paulo César). O Galo venceu com Mussula, Humberto Monteiro, Grapete, Normandes (Zé Horta) e Cincunegui (Vantuir); Oldair e Amauri (Beto); Vaguinho, Laci, Dario e Tião (Caldeira).

Pós-jogo: Atlético x Ituiutaba

Créditos pela imagem: @munaier e @fred_kong

Passeio. Esta é a palavra que define o que foi o jogo hoje no Gigante da Pampulha. Diante de um adversário frágil, o Atlético se comportou como sua torcida espera. Venceu e convenceu com requintes de crueldade o pobre Ituiutaba, que em 11 irá disputar o Módulo II do Campeonato Mineiro. Com certeza o técnico Vanderlei Luxemburgo ficou satisfeito com o volume de jogo da equipe, uma vez que fez o resultado e continuou a atacar o adversário. “Superioridade se mostra com gols.”

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Luxemburgo optou por escalar o Galo no 4-4-2, mas com um adendo: dois volantes e dois meias. E foi neste esquema onde o Galo melhor encaixou o seu jogo no ano. Júnior e Renan Oliveira alternaram na armação da equipe e deram assistências para gols, além do jovem camisa 10 Alvinegro ter anotado o seu também. Fabiano foi um volante que conseguiu chegar bem ao ataque e marcar duas vezes, enquanto Zé Luís passou segurança para a zaga.

A defesa esteve segura com Campos e Cáceres. E permaneceu assim com a entrada do Werley no lugar de Campos. E não poderia ser diferente frente ao frágil ataque do time do Pontal. No ataque, Tardelli desencantou de vez na temporada e anotou três gols, além de boa movimentação ao lado de Obina. Quando o esquema foi alterado para o 4-3-3, novamente o futebol do time caiu, os atacantes se mostraram confusos até se reorganizarem em campo. Esta claro que o esquema é o 4-4-2 e nele Luxa deve apostar.

O Atlético termina a fase de classificação em terceiro lugar e fará o clássico contra o América nas quartas-de-final. O primeiro jogo será no próximo domingo. Mas antes o Galo precisa avançar na Copa do Brasil, vencendo a Chapecoense na quinta-feira, que não será o dia da mentira, mas sim a da verdade para este elenco.

Créditos pela imagem: Superesportes

ATUAÇÕES

Aranha: Pouco foi exigido e quando o foi praticou boas defesas.

Coelho: Hoje ficou devendo. Não conseguiu apoiar como nos jogos anteriores.

Cáceres: Partida segura, com boas antecipações e desarmes. Aos poucos vai adquirindo ritmo de jogo.

Campos: Mais uma vez era o melhor homem da defesa enquanto esteve em campo. Tomara que a contusão não seja grave.

Leandro: Hoje esteve bem, deu uma assistência para o gol de Fabiano. Tomara que consiga adquirir ritmo.

Zé Luís: Mais uma boa partida do volante. Passou segurança para a defesa.

Fabiano: Não se pode dizer que quem marca dois gols em uma partida jogou mal, mas só fez isso. No segundo tempo apagou.

Júnior: Enquanto teve fôlego consegui auxiliar bem o time na armação, inclusive com assistência para o primeiro gol de Fabiano, em um lindo lançamento.

Renan Oliveira: Mais e mais o garoto vai adquirindo confiança no time de Luxemburgo. Esta assumindo a camisa 10 com autoridade.

Obina: Se movimentou bastante no ataque e a cada jogo vai se tornando importante no esquema de jogo do Luxa.

Diego Tardelli: O Artilheiro do Brasil esta de volta. Fez uma partida taticamente perfeita, com intensa movimentação, segurando a defesa adversária, ajudando na marcação e fazendo gols.

Werley: Foi seguro, relembrando suas melhores atuações de 09, mas é claro que o ataque do Ituiutaba foi quase inoperante.

Muriqui: Demorou um pouco a se posicionar em campo. Conseguiu uma assistência para o segundo gol de Diego Tardelli, mas no esquema 4-3-3 seu futebol cai.

Carlos Alberto: Fez o que sabe que é correr, nada mais.

Prévia: Atlético x Ituiutaba

ATLÉTICO X ITUIUTABA

Domingo; 28/03/10; 16h; Mineirão; Campeonato Mineiro

Atlético: Aranha; Coelho, Cáceres, Jairo Campos e Júnior (Leandro); Zé Luís, Fabiano e Renan Oliveira (Geovanni ou Júnior); Muriqui (Evandro), Diego Tardelli e Obina; Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Ituiutaba: Rafael; Mateus, Neylor, Kanu e Alex Braz; Olívio, Claudinei, Alexandre Porto e Peri; John e Ednaldo; Técnico: Nedo Xavier

Créditos pela prancheta: Mandela

Hoje o Atlético enfrenta o Ituiutaba pela última rodada da fase de classificação do Campeonato Mineiro a fim de melhorar sua colocação e ganhar vantagens na fase final da competição, mas também já pensa na importante partida de quinta-feira, válida pela Copa do Brasil, frente a Chapecoense, onde o time de Luxemburgo precisa vencer para seguir na competição nacional, já que foi derrotado na partida de ida por 1×0, em Chapecó.

Diante disto, o time de hoje pode sofrer algumas alterações, pois Luxe pode poupar alguns jogadores visando o próximo compromisso. A defesa será formada por Coelho na lateral-direita, Campos e Cáceres compõe a zaga. O mistério no setor fica entre Júnior e Leandro. No meio-campo haverá apenas três jogadores. Zé Luís esta confirmado ao lado de Fabiano para garantir proteção à zaga. Renan Oliveira pode fechar o setor, mas existe a possibilidade do jovem Giovanni fazer sua estreia no time profissional, ou mesmo Júnior fazendo a ligação. Por fim, o ataque será formado por Obina e Diego Tardelli, que voltou bem na última quarta-feira. A última vaga no time fica entre Muriqui, onde o Galo consolidaria o esquema 4-3-3, ou algum jogador de meio-campo poderia ocupar o setor, como Evandro, por exemplo, caracterizando um 4-4-2.

A expectativa é que o Galo faça uma boa partida para ganhar confiança para a decisão de quinta-feira.